A Playboy argentina pretendia encontrar entre pessoas comuns a sua nova “Playmate” – uma espécie de modelo novata apresentada todo mês em um ensaio sensual na publicação. Para isso, a revista organizou uma grande competição, onde um comitê de jurados iria eleger a futura capa da revista dentre algumas selecionadas para um desfile de biquíni na praia.
O grande desafio era justamente como captar garotas comuns para o universo da publicação masculina. A solução veio através de uma ação de guerrilha, colocada em prática no cenário de maior afinidade com o concurso: a praia. A Playboy produziu e distribuiu toalhas especiais para estimular as mulheres a se inscreverem na competição. As toalhas eram no formato da capa da revista, com todos os elementos exceto a foto da garota. O espaço vazio era ocupado quando a mulher deitava na toalha, formando uma capa de Playboy gigante. O oferecimento ajudou a aproximar marca do público feminino e mexer com a sua vaidade, além de estimular o boca-a-boca entre outras pessoas impactadas indiretamente pela ação.





